mutyumu – il y a (2008)

Eu acho difícil encontrar bandas novas toda a semana outra postar aqui. Principalmente encontrar bandas que conduzem com meu estado de espírito. De qualquer jeito, escolhi mutyumu essa semana. Não é preciso saber japonês pra sentir a música. mutyumu é uma banda japonesa considerada por muitos “post—everything”, as únicas coisas que eu sei, quanto ao estilo dela, é que mutyumu tem um piano lindo que misturam com violinos, vocal gutural, uma bateria semi—impossível e música japonesa (não aquela de anime). No início eu tive medo, mas vale a pena. Escolhi o álbum Il y a deles.

Mutyumu – il y a

Continuar lendo mutyumu – il y a (2008)

eels – blinking lights and other revelations (2005)

 

já que o dia tá frio e chuvoso no rio de janeiro, decidi vir com uma música mais calminha pra combinar. o álbum que escolhi dessa vez foi o disco duplo blinking lights and other revelations, do eels. sim, disco duplo. mas, sério, dêem uma olhada, porque é um disco de estimação.

Continuar lendo eels – blinking lights and other revelations (2005)

Mulato Astatke – Ethiopiques Vol. 4: Ethio Jazz & Musique Instrumentale 1969-1974 (1998)

Fala rapaziada! Alguém aqui já ouviu falar sobre alguma música que venha da Etiópia? Confesso que até pouco tempo atrás eu também não. Mas foi com um grande prazer que “descobri” esse tesouro musical que se chama Mulatu Astatke (ou Astatqé nos releases franceses). Conheci através do Criolo que o cita na letra de Mariô e que recentemente fez um show com ele em Londres durante a turnê internacional do já clássico Nó Na Orelha.

Mulato Astatke é um multi instrumentista que é considerado o pai do Ethio Jazz. Mas, o que é esse tal de Ethio Jazz? O Ethio Jazz é um estilo musical surgido na Etiópia no início dos anos 70 criado pelo Mulato Astatke. O estilo combina a complexidade musical do jazz com elementos de música latina, africana e caribenha. O resultado disso é um som bem diferente do que estava acostumado a ouvir e é bem capturado no disco Ethiopiques Vol. 4: Ethio Jazz & Musique Instrumentale 1969-1974 cuja a capa é mostrada a seguir:

Ethiopiques Vol. 4: Ethio Jazz & Musique Instrumentale 1969-1974 Continuar lendo Mulato Astatke – Ethiopiques Vol. 4: Ethio Jazz & Musique Instrumentale 1969-1974 (1998)

The Ex – Turn (2004)

Hoje vou fazer um review de uma banda com um som meio indefinido. Alguns chamam de punk, post-punk, rock alternativo, etc. Mas nada disso faz sentido pra essa banda.

Disco 1
Listen to the Painters (04:13)
Prism Song (05:52)
Dog Tree (06:28)
Getatchew (05:05)
The Pie (08:47)
3:45 AM (05:26)
IP Man (08:27)

Disco 2
Theme from Konono (08:25)
Huriyet (05:12)
Sister (06:25)
Confusion Errorist (04:50)
The Idunno Law (05:11)
Henry K (05:00)
In The Event (07:43)

The Ex é uma banda da Holanda que leva os ideais e o engajamento do punk e do DIY desde 1979. Porém, o som e as letras, hoje em dia, não tem muito a ver com o punk de 1979, apesar de alguns discos levarem isso. Nenhuma referência que leve ao som dessa banda será menos obscuro. O que me faz gostar dessa banda é a experimentação e capacidade de fazer um som engajado sem vomitar palavras de ordem, independente e despreocupado.

Continuar lendo The Ex – Turn (2004)

Steve Vai – The Story of Light

Steve Vai é um dos melhores guitarristas do mundo. Pupilo de Frank Zappa e Joe Satriani, já fez turnês com diversos artistas, mas ficou mesmo conhecido por seu trabalho solo e suas apresentações no G3.

Com composições majoritariamente instrumentais, Steve Vai conta com melodias mirabolantes, técnicas aguçadas e com uma banda altamente qualificada, pela qual já passaram artistas do nível de Tony MacAlpine e Billy Sheehan.

Começando sua carreira solo 1983, mas com somente 8 álbuns de estúdio, ele não é dos artistas mais produtivos, fato advindo do imenso trabalho de composição e produção que ele põe em cada uma de suas obras – definitivamente, simplicidade não é seu forte.

The Story of Light

Steve-Vai_The-Story-of-Light

Continuar lendo Steve Vai – The Story of Light

65daysofstatic – The Destruction of Small Ideas (2007)

Perdi o conteúdo desse post algumas vezes e além disso tá tarde pra eu postar, mas me comprometi a postar todas as quintas, então não importa. Essa semana não tive uma banda bem definida que escutava bastante. Foram várias, por isso resolvi postar uma banda pouco conhecida e que faz um trabalho maneiro, apesar de eu conhecer pouca coisa deles, ainda. Nesse post eu ia fazer uma apresentação mais detalhada sobre mim, faço isso no próximo.

65daysofstatic é uma banda inglesa que mistura post-rock e math rock. No ínicio da carreira deles, antes de terem feito qualquer música própria, eles faziam mash-ups e remixes de músicas pops. Depois de encher o saco dessa porra, decidiram fazer músicas próprias, e com isso saiu o primeiro álbum, The Fall of Math. Mas nesse post vou apresentar o terceiro álbum da banda, The Destruction of Small Ideas.

65daysofstatic – The Destruction of Small Ideas

Continuar lendo 65daysofstatic – The Destruction of Small Ideas (2007)

Less Than Jake – Losing Streak (1996) e Hello Rockview (1998)

O Dukão nessa segunda escreveu um excelente post sobre o Streetlight Manifesto e trouxe à tona um tema que vivi por muito tempo na minha adolescência: ska. Para mim, o skacore é um dos estilos musicais mais completos em melodia. É o único que consegue cair de uma distorção rasgada para um som limpo bem encorporado com metais e vice-versa. Desse estilo tem uma banda que deve ser de longe a que eu mais ouvi na minha adolescência e, inclusive, influenciou a Streetlight Manifesto. “This is the old dude, Harry Jay Reynolds, and you’re listening to Less Than Jake”.

Os caras não são garotos, já têm 20 anos de estrada em uma penca de discos lançados, então, foi difícil escolher apenas 1 disco para resumir e escolhi dois. Para mim, são discos gêmeos porque não dá para ouvir um sem partir para o próximo, tanto que um é posterior ao outros. Os discos são: Losing Streak, de 1996, e Hello Rockview, de 1998.

Continuar lendo Less Than Jake – Losing Streak (1996) e Hello Rockview (1998)