The Faint – Danse Macabre (2001)

TheFaintDanseMacabrehora de um disco dançantinho, sem perder a compostura. caracterizado como new wave, dance-punk ou simplesmente como electronic rock, The Faint faz no Danse Macabre o que poucos conseguem fazer direito: um disco que se pode ouvir em festas e que, ao mesmo tempo, traz letras críticas e um ótimo instrumental.

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Mew – Frengers (2003)

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Mew (a banda, não o pokémon) é uma banda dinamarquesa de Dream Pop/Rock Alternativo. atiçou seus preconceitos? então vem comigo, vamos ver se eu te convenço de que é uma banda que vale pelo menos uma ouvida usando um cd que mistura a ousadia e alegria pra vencer (é, eu fiz essa referência): Frengers – Not Quite Friends But Not Quite Strangers.

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Pedro The Lion – Winners Never Quit (2000)

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escrevi esse post pelo menos seis vezes até agora. comecei pensando em fazer algo um pouco mais longo pra compensar minha falta de post semana passada, e percebi nesse disco, um dos meus preferidos, uma narrativa assustadora. tive que parar e começar de novo o disco algumas vezes pra me certificar que, sim, essa narrativa estava lá.

David Bazan é um mestre em disfarçar críticas ácidas em músicas que soam inocentes, e esse disco, que vou dissecar música a música, é o perfeito exemplo. me acompanhem nessa jornada pelo disco Winners Never Quit, do Pedro The Lion, o disco que funde perfeitamente a música e a forma de contar histórias.

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Riot Fest Chicago (2014) – Parte 2 – Gogol Bordello e Offspring

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Gogol Bordello é uma das bandas mais interessantes que tem por aí. Tem violino e acordeão, músicas cantadas em inglês, ucraniano, espanhol e português, 8 integrantes que dominam completamente o palco e uma mistura absurda de nacionalidades. Tem Ucrânia, Equador, Rússia, Etiópia, China e mais alguns outros! Isso faz com o que o som deles seja bem diferente de tudo. E o show é sempre incrível, mas o tempo ainda estava horroroso.

De onde eu estava, bem lá atrás na platéia, eu via que as pessoas estavam gostando do show, mas não dava pra se animar muito. Tava muito frio e molhado pra dançar, então bater os pés no chão (na lama) era o máximo que dava pra fazer. As mãos só saíam do bolso pra bater palma entre as músicas. Merecidas, porque em cima do palco, o pessoal tava muito mais animado. O show estava sendo ótimo como sempre.

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