Arquivo da categoria: luciano.

Elliott Smith – Figure 8 (2000)

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ah, Elliott Smith. você demorou um bom tempo pra me conquistar, mas quando o fez, o fez com força. esse é um daqueles caras mega, mega tristes, que conseguem fazer uma música atemporal, linda e, de certa forma, assombrosa. e esse disco, o Figure 8, é uma ótima pedida praqueles com o coração doído; se conseguirem aguentar a pressão.

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[post extra] Passing Afternoon (Iron & Wine)

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ainda sobre o disco do Iron & Wine – Our Endless Numbered Days -, não pude me conter e vou escrever aqui minha interpretação sobre cada verso dessa música, a última do disco, que é tão, tão linda. dêem o play e confiram comigo (no replay) o que penso sobre Passing Afternoon.

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Iron & Wine – Our Endless Numbered Days (2004)

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ultimamente, ando numa onda mais pacífica e reflexiva do que de costume. foi nesses últimos dias que me vi voltando cada vez mais pra esse disco, o Our Endless Numbered Days, do meu amado singer-songwriter Samuel Beam; um disco mais poético do que muito livro por aí.

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The Pains of Being Pure at Heart – The Pains of Being Pure at Heart (2009)

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devo admitir logo: gosto de bandas que sabem resumir e/ou aprimorar um estilo musical já existente. geralmente prefiro elas às pioneiras, talvez por uma necessidade de compreender e sentir melhor do que tal estilo se trata. The Pains of Being Pure at Heart é uma delas. ela resume bem no álbum autointitulado o que eu gosto no indie, nos anos 80 e no pop.

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The Faint – Danse Macabre (2001)

TheFaintDanseMacabrehora de um disco dançantinho, sem perder a compostura. caracterizado como new wave, dance-punk ou simplesmente como electronic rock, The Faint faz no Danse Macabre o que poucos conseguem fazer direito: um disco que se pode ouvir em festas e que, ao mesmo tempo, traz letras críticas e um ótimo instrumental.

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Mew – Frengers (2003)

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Mew (a banda, não o pokémon) é uma banda dinamarquesa de Dream Pop/Rock Alternativo. atiçou seus preconceitos? então vem comigo, vamos ver se eu te convenço de que é uma banda que vale pelo menos uma ouvida usando um cd que mistura a ousadia e alegria pra vencer (é, eu fiz essa referência): Frengers – Not Quite Friends But Not Quite Strangers.

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Pedro The Lion – Winners Never Quit (2000)

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escrevi esse post pelo menos seis vezes até agora. comecei pensando em fazer algo um pouco mais longo pra compensar minha falta de post semana passada, e percebi nesse disco, um dos meus preferidos, uma narrativa assustadora. tive que parar e começar de novo o disco algumas vezes pra me certificar que, sim, essa narrativa estava lá.

David Bazan é um mestre em disfarçar críticas ácidas em músicas que soam inocentes, e esse disco, que vou dissecar música a música, é o perfeito exemplo. me acompanhem nessa jornada pelo disco Winners Never Quit, do Pedro The Lion, o disco que funde perfeitamente a música e a forma de contar histórias.

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Vic Chesnutt – At The Cut (2009)

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um disco sobre a morte. esse é definitivamente um dos mais depressivos discos feitos nos últimos tempos. At The Cut, de Vic Chesnutt mostra não só uma das formas mais criativas de abordar o assunto, mas também o brilho e a beleza de um dos escritores de música mais subestimados da última década.

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